Content-Marketing

Content Marketing: Como criar um conteúdo relevante

Ultimamente tenho divagado sobre a estratégia de algumas marcas para abordar seu público nas redes sociais. Mesmo porque, sou o tipo de pessoa que permanece pelo menos 8 horas por dia no Facebook, seja por conta meu trabalho ou até mesmo por lazer. E em meio as atualizações constantes, vejo que muitas Fan Pages criam algumas publicações que não possuem nenhuma relação com a marca e fico tentando entender qual o propósito por trás desta.

Por que isso não entra na minha cabeça de jeito nenhum? Bem, porque eu acredito que toda página no Facebook tenha um propósito. E se esta, especificamente, for sobre uma marca B2C, acredito que seu propósito na rede seja não apenas aumentar o número de pessoas falando sobre a marca e de quebra melhorar o relacionamento entre a empresa e seu público, como também potencializar as vendas.

Vamos supor que você seja o dono de uma empresa de grão de café e que você queira por algum motivo investir em mídias sociais. O que você espera desse investimento? Como você espera que trabalhem com a sua marca? Pensou nas respostas? Então agora, imagine que você é o analista de mídias sociais responsável por esta conta. Agora me diga… como você trabalharia com essa marca?

A primeira coisa que eu faria com essa missão seria estudar o produto, pesquisar, entender e pensar em formas de abordá-lo. No caso do café, hipoteticamente, lembramos do produto no café da manhã e logo após ao almoço. Mas, fora esses dois horários, como o café pode ser explorado? Talvez, você encontre informações sobre os diferenciais do produto, sobre seus aromas ou sabor, sobre receitas que combinam com o café e etc. Para facilitar, você pode fazer um brainstorming e tentar pensar em diferentes seções e formas de falar sobre o assunto.

Depois disso, você pode levantar os diferenciais do produto em relação aos concorrentes e tentar pensar em formas de tornar o seu post relevante para o público-alvo. Para entender melhor o público o que você pode fazer (além de perguntar a percepção do cliente) é analisar como ele se comporta, o que faz ele comprar marca x ou y e etc. Em alguns casos, o que eu costumo fazer é construir um arquétipo para a partir deste, criar um mote e traçar as estratégias para a marca.

Mas, se depois disso você ainda não estiver convencido, faça um teste. Levante as publicações realizadas na sua página e veja quais delas deram mais retorno, depois contabilize quantas destas possuem um potencial de venda.

Geralmente, as publicações com mais repercussão das páginas são justamente as que falam de produtos. Afinal, partimos do principio que uma pessoa que curte a página do Mc Donald’s já se pré dispõe a ver fotos de lanches o dia todo, ou seja, o usuário já espera isso da página, não?

Agora tente imaginar isso do ponto de vista da pessoa que acompanha a página. Se eu acompanho uma página de café, o que eu menos espero da página é ver links aleatórios com notícias de marketing que não possuem a minima relação com o produto. E ao meu ver, se este for o tipo de publicação com a maior repercussão da sua página, alguma coisa está errada. Mas, isso é a minha opinião e se você concorda ou discorda, diga nos comentários e vamos debater sobre esse assunto. 😉

 

“Não espero que você concorde com tudo que digo aqui. Mas espero que quando você discorde… você discorde… zangado. Que você ficará tão P da vida que… Fará alguma coisa. FAZER ALGUMA COISA. Este é o X da questão, não é?. Eu não quero ser reconhecido como “aquele que tem razão”, nem como “aquele que ficou rico ou famoso”, mas sim como “aquele que era um jogador”. Em outras palavras: ele não ficou na arquibancada… vendo o mundo passar… enquanto acontecia a mais profunda mudança nas premissas básicas das últimas várias centenas (se não milhares) de anos. Você pode concordar ou discordar de mim em qualquer coisa, mas se tiver um veio de integridade ou fibra ou indignação ou verve ou coragem, você há de concordar com isto: sair da arquibancada – ser um jogador – não é opcional.” – Tom Peters